sexta-feira, agosto 30, 2002

é esse vácuo e essa sensação de que tudo está errado, de que nada está em seu lugar, que dói. e não é uma dor seca, finita: não há cura. é uma dor que chove, molha as terras que em mim dormem, desérticas, fazendo cada semente nascer.

é uma floresta inteira de dor a crescer.